Eu e minhas amigas de teatro, Nirte e Sol.
sábado, 22 de setembro de 2012
compondo cenas estáticas
UAB - Universidade Aberta do Brasil
Polo de Primavera do Leste-MT
Disciplina: Laboratório de
Teatro 3
Professora Felícia Johansson
Turma: Teatro 11
Aluno: Vilma de Jesus Marinho
Tarefa: Compondo cenas
estáticas
Compondo cenas estéticas Sandra Sol
UAB - Universidade Aberta do Brasil
Polo de Primavera do Leste-MT
Disciplina: Laboratório de
Teatro 3
Professora Felícia Johansson
Turma: Teatro 11
Aluno: Sandra Sofia Sol da
Silva
Tarefa: Compondo cenas
estáticas
Pegando um pequeno vaso com uma flor para comer.
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Entrevista com criança
UAB - Universidade Aberta do Brasil
Polo de Primavera do Leste-MT
Disciplina:
HISTÓRIA DA ARTE-EDUCAÇÃO
II
Professora
Autora: Luciana Hartmann
Turma: Teatro 12
Aluno: Vilma de Jesus
Marinho
Você gosta de ir à escola? Sim ou não? Por que?
Sim, porque ela me ensina
tudo o que ainda não consegui aprende em casa.
- Do que mais gosta na
escola?
Aula de Educação Física e
Artes
- Do que menos gosta?
Matemática
- Você tem aula de artes? E
de teatro? O que vocês fazem nessas aulas? O que você acha dessas aulas?
Aula de artes sim, teatro
não.
Na aula de artes gosto de
várias maneiras que é ensinado o jeito de fazer artes, da pintura com tinta, da
exposição.
- Se você tivesse uma varinha
de condão, um pó mágico ou um grande poder, o que mudaria na escola? (nessa
pergunta, dependendo da criança você pode usar alguma referência que lhe seja familiar,
como superpoderes, varinha do Harry Potter, pó de pirlimpimpim, etc)
Acrescentaria aula de teatro,
dança e música.
- Desenho do que ele mais
gosta, além de Educação Física de Arte.
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
domingo, 2 de setembro de 2012
UAB - Universidade Aberta do Brasil
Polo de Primavera do Leste-MT
Disciplina: Pedagogia do Teatro 1
TEA UAB 3
Professora
Autora: Sonia Paiva
Professora
Supervisora: Cyntia Carla
Turma: Teatro 11
Aluno: Vilma de Jesus
Marinho
Ano: 1991 – Vestido de renda estilo
princesa e azul, manga bufante, sapato social preto, cabelo estilo Chitãozinho
e Xororó, formatura de 8ª série, estou no meio.
Ano: 2004 –
Casamento na roça. Calça e blaser azul Royal, calça boca de sino, blusa de
elanca preta, nunca vi uma testemunha de terno num casamento na roça. Cabelo curto e escovado.
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
capacidades habilidades e competências
Capacidade está
relacionada a quantidade, exemplo a capacidade de uma garrafa de um litro e
etc.
Mas se o
ambiente na escola não a desenvolve o aluno carrega pelo resto de sua vida.
E essas
capacidades são estimuladas pela capacidades que cada um tem se divide em
motora, emocionais e cognitivas,
A capacidade
motora tem por objetivo ajudar o aluno a fala, sempre valorizando o seu
aprendizado. O aluno aprenderá a olhar e a ver o que está ao seu meio. Cabe ao
professor trabalhar a expressão motora do aluno.
As capacidades
emocionais não são trabalhadas pelo professor, mas o professor tem que por em
mente que a escola é sim um meio de aprendizado, mas nela tem que se ter o lado
emocional. A emoção precisa ser trabalhada também na escola.
A capacidade
cognitiva tem por objetivo ajudar o aluno a fazer um caderno, uma pesquisa. O papel
do professor é estar sempre ali para ensinar algo novo, algo mais. O professor
apesar do que ele abdica, ele tem que ser um estimulador de capacidads que PE um
maiores desafios da escola.
Para Celso Antunes
nos tenta mostrar estão relacionadas a capacidade de imobilizar uma série de
recursos mentais, onde o professor precisa professor de coisas novas, não
ficando limitado ao seu currículo. A escola se torna uma instituição de
habilidades, onde o professor tem de trabalhar e estimular as inteligências de
seus alunos para prepará-los pra o futuro.
A “competência” não é inata e, portanto,
constitui atributo adquirido.
Representa a capacidade de usar nossas
inteligências, assim como pensamentos, memória e outros recursos mentais para
realizar com eficiência uma tarefa desejada. Se ao buscar um destino qualquer
descobrimos que a estrada foi interrompida, nossas inteligências levam-se a
essa constatação e a certeza de que se deve buscar outra saída, mas a forma
como faremos determina o grau de competência da pessoa. Como se percebe, a
competência é a operacionalização da inteligência, e a forma concreta e prática
de colocá-la em ação. Assim posto, ao trabalhar as diferentes inteligências
humanas, pode o professor ativar diferentes competências. Percebe-se dessa
maneira que a noção de “competência” surge quando aparece ou é proposto
um problema, pois este desafio é que mostrará a forma melhor em superá-lo.
Superar um problema com competência, entretanto, não implica que tenhamos
habilidade para fazê-lo.
A habilidade é produto do treino e
do aprimoramento de nossa destreza.
Para que esses conceitos se ajustem a prática,
desenvolvamos o seguinte exemplo: o automóvel que nos leva a praia empaca em
meio à estrada; nossas inteligências detectam esse problema e a necessidade em
superá-lo. Se tivermos competência para isso, apanhamos a caixa de ferramentas
e colocamo-nos em ação, se não temos que ao menos tenhamos uma outra competência,
a de chamar depressa um mecânico. Supondo que saibamos consertar a peça
defeituosa e, dessa forma, resolvendo de forma pertinente o problema que nos
empaca, o faremos com maior ou com menor habilidade. Se o problema é histórico
em nosso carro e em nossa vida, provavelmente já conquistamos habilidade maior
em substituir ou consertar a peça defeituosa.
Levando-se esse exemplo para sala de aula, podemos
ao ensinar um ou outro conteúdo explorar suas implicações linguísticas, lógicos-matemáticas,
espaciais, corporais e outras. Podemos ainda, propondo desafios e arquitetando
problemas, treinar competências nossas e de nossos alunos, verificando que
alguns as usam com notável habilidade, outros com habilidade menor que, com
persistência poderá crescer.
O trabalho com inteligências múltiplas em sala de
aula pressupõe uma reflexão construtivista, voltada para o despertar
progressivo de competências e sua transferência para vida prática através do
desenvolvimento de muitas habilidades que aos poucos se aprimora. Essa
concepção se opõe a idéia de que o saber transfere-se de uma pessoa para outra
como algo que estando pronto vem de fora e se encaixa na mente do aluno.
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